04 maio 2006

Eu creio na família


Uma família de verdade é uma declaração de fé perante Deus. Dizer eu creio na família significa crêr no Deus que criou e estabeleceu propósitos definidos para a família. A verdade, o amor e a santidade são padrões absolutos de Deus para reger cada lar. As nossas famílias são dependentes da soberana providência do Senhor. Em momentos de crise, reconhecemos que sem Ele "nada podemos fazer" (Jo 15:5).

A primeira instituição (sei que para alguns a idéia de "instituição" soa mau!) criada por Deus foi o casamento. Antes do pecado estragar tudo e trazer toda desordem que conhecemos muito bem, o casamento era um relacionamento de complementação, cumplicidade e mutualidade. O pecado poluiu a família. Temos a prova desta triste tragédia nos capítulos 3 e 4 de Gênesis. Mas, não era para ser assim!

Quando somos salvos, em Cristo Jesus, não é somente o indivíduo que é transformado, mas toda a família. O conceito de solidariedade familiar não era apenas uma teoria judaico-cristã, mas uma promessa de Deus ao afirmar que "creia no Senhor Jesus, e serão salvos, você e os de sua casa" (At 16:31, NVI). Conseqüentemente a prática do batismo infantil era o resultado da conversão dos pais, fundamentados na sua aliança com Deus que se estendia aos filhos, abrangendo toda a família. Pedro esclarece que "a promessa é para vocês, para os seus filhos e para todos os que estão longe, para todos quantos o Senhor, o nosso Deus, chamar" (At 2:39, NVI). Por esta razão lemos a respeito da conversão de Lídia que "tendo sido batizada, bem como os de sua casa..." (At 16:15, NVI).

Quero desafiá-los a aceitar o desafio de Josué: "eu e a minha família serviremos ao SENHOR" (Js 24:15b, NVI). Eu creio no Deus que é Pai, Filho e Espírito Santo que criou, sustenta, dirige, governa, preserva e salva a minha família.

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