30 janeiro 2012

O que desejamos do nosso pastor

1. Seja íntegro e fiel ao nos nutrir com a Palavra de Deus.

2. Cuide de sua família. Ela é o seu primeiro rebanho. Então, acreditaremos que cuidará das nossas famílias.

3. Não perca a ternura.

4. Não seja orgulhoso.

5. Não seja um líder centralizador, nem opressor.

6. Ore por nós e conosco.

7. Auxilie-nos em nossa santificação pessoal.

8. Ajude-nos a andar dentro da vontade de Deus.

9. Instrua-nos na Palavra de Deus acerca do sentido e propósito da nossa vida.

10. Socorra-nos naqueles momentos de crise e desespero.

11. Ouça os nossos desabafos, desafetos e problemas nos aconselhamentos, buscando respostas na sabedoria da Palavra de Deus.

12. Chore conosco as nossas lágrimas.

13. Não desista de nós.

14. Esteja ao nosso lado nas angústias mesmo que em silêncio.

15. Traga-nos à memória porções da Palavra que podem nos dar esperança.

16. Com amor nos repreenda em nossos pecados, nos exortando ao arrependimento sincero.

17. Seja sempre um conciliador entre os nossos desentendimentos.

18. Treine e nos equipe para servirmos com eficácia e aceitação diante de Deus.

19. Ensine-nos a identificar e usar os nossos dons que o Espírito Santo nos deu.

20. Ajude-nos a ser produtivos, para não cairmos na futilidade e nem perdermos o nosso propósito de glorificar a Deus.

7 comentários:

Pr. Antonio C. G. Donadeli disse...

Olá, irmão! Muito legal este artigo... Que Deus continue abençoando!! Se quiser e puder faça-nos também uma visitinha e se possível nos siga... Já o estamos seguindo... www.horabendita.blogspot.com

Abçs

Obra da Graça disse...

Temos muito a lucrar com um pastor assim. Deus ajude aos Ministros da Palavra. Sabemos que não é fácil, mas vem Deus, tudo o que Ele exige.
Lucio Mauro

Luciano Paes Landim disse...

Esse é o pastor que queremos ter. Pastor segundo as Escrituras. Pastor segundo o coração de Deus. Não queremos administradores nem artistas. Queremos pastores de caráter e não de mero carisma.
Valeu Rev. por essa postagem.

Samuel disse...

Tocashiki,

Você realmente acredita que um pastor deve ser íntegro?

Bem, então, já que você é pastor, retire seu texto do monergismo.com onde afirma que Arminius negou a trindade. A frase que você utilizou para "provar" seu argumento foi sem dúvidas retirada da obra de Arminius. O fato é que ela não é da autoria de Arminius, mas uma das frases falsamente atribuídas a ele em panfletos espalhados pela Holanda por seus opositores. Ele somente cita essa frase para ter a oportunidade de combatê-la. Ela é o título da seção na qual ele nega o arianismo e afirma claramente sua crença na trindade.

Vou ficar aguardando sua retratação, ou então vou publicar um artigo mostrando que sua praxis é diferente do que você vem ensinando por aí!


Samuel disse...

Desculpe se o comentário anterior parece agressivo. Na verdade desejei ser apenas direto.

Ewerton B. Tokashiki disse...

Caro Samuel

Não entendi a sua gratuita hostilidade? O texto que você se refere e que está no site "monergismo" realmente contém um erro histórico ocasionado por Paul Jewet. O site monergismo não é meu, então você pode solicitar ao Felipe Sabino que o retire.

Caso se interesse escrevi outro artigo recentemente sobre o Sínodo de Dort e o surgimento do Arminianismo [ https://www.academia.edu/4460530/Uma_breve_historia_do_Sinodo_de_Dort ].

Se for do teu interesse pretendo publicar um livro sobre a teologia de Arminius.

Permita-me dar um conselho de irmão em Cristo. Seja mais educado e não precisa fazer ameaças. Ainda assim, parece-me que a questão se ele era influenciado pelo arianismo em alguma medida não está tão estabelecida academicamente assim. Há muito o que se pesquisar e documentar para um esclarecimento do pensamento de Arminius.

Em Cristo,
Pr Ewerton

Samuel disse...

Tokashiki,

Desculpe a aparente rispidez do primeiro comentário. O meu segundo comentário foi exatamente no sentido de corrigir a primeira impressão.

Que bom que você reconhece que a informação vinculada em seu artigo está incorreta. É uma pena que você tenha levado diversas pessoas ao erro e sequer se esforce para minimizar os efeitos causados pelo mesmo.

Sobre o seu artigo referente ao sínodo de Dort, tenho a lamentar que você, além de contar a história de forma parcial e imprecisa, continue a espalhar inverdades sobre a teologia arminiana. Embora você declare possuir as obras de Arminius, devo concluir, pelo seu texto, que jamais as tenha lido. Arminius e os remonstrantes presentes no sínodo não foram semipelagianos. Arminius enfatizou diversas vezes sua crença na depravação total e a completa dependência da graça divina.

São poucos os reformados como Mark Ellis, um calvinista fundamentalista que ao ler as obras de Arminius e a Confissão de Fé Remonstrante de 1621 procurou ser justo com os pensamentos reais dos arminianos (veja o que ele escreveu aqui: http://deusamouomundo.com/remonstrantes/introducao-a-confissao-arminiana-de-1621/). Mark não deixou de ser calvinista, mas deixou de ser um completo ignorante da verdadeira doutrina remonstrante.

Acerca de você publicar um livro sobre a teologia de Arminius, fiquei com uma dúvida: será uma reprodução do pensamento dele ou uma crítica? Eu preferiria um livro sobre a doutrina do próprio Arminius, e não uma crítica, pois temos muito pouco material fiel às doutrinas do teólogo holandês em português.

Seu conselho sobre as ameaças foi bem aceito. Eu também lhe dou um conselho: seja honesto com o pensamento daqueles que divergem teologicamente de você. Não é necessário criar ou replicar uma mentira apenas para tornar um sistema que você não concorde menos atrativo aos outros.